sábado, abril 30, 2011

Pr Silas Malafaia e o Protesto Evangélico em Brasilia

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FOTO DO PROSTESTO EVANGÉLICO DE 01.06.2011


PROT

Você é um instrumento de cidadania


Pastor Silas Malafaia

Transcrição parcial: João Cruzué

"O primeiro assunto de hoje, é um assunto muito interessante. Eu sei que vocês lembram de toda a guerra contra o projeto de Lei 122/2006, aprovado na Câmara no apagar das luzes, com meia dúzia de deputados, foi para o Senado e nós exercermos aqui um bombardeio terrível nesta lei esdrúxula, que não tem igual em lugar algum do mundo, e ela depois de muito tempo automaticamente foi para a gaveta.

E agora em 2001, a Senadora Marta Suplicy “ressuscitou” a Pl 122 no Senado com a assinatura de 27 senadores. Hoje eu não vou dar o nome de nenhum senador para não quero ser injusto, alguém pode ter assinado com pressa, e não tenha reparado no que estava assinado. Mas nós vamos ficar atentos nas votações, aí assim, neste programa, no site, em campanhas que vamos fazer, por que isto é o jogo democrático. nós estamos no Estado democrático de Direito.

Trouxeram esta lei vergonhosa, esdrúxula, que finge proteger a prática homossexual, mas na verdade quer por uma mordaça na sociedade e criminalizar os que são contra o comportamento homossexual.

Eu quero ler a Constituição Brasileira, seu guardião é o Supremo Tribunal Federal. Podem aprovar o que quiserem, mas nós vamos ao Supremo, porque ninguém vai rasgar a Constituição e o que a PL 122 quer é para rasgar a Constituição.

Assim está escrito no Artigo 5º da Constituição Brasileira:

IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;

VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.

Agora eu vou ler a PL 122.

De cara vamos acabar com está conversa: esse é o jogo mais sujo e baixo: "Todo mundo que critica a prática homossexual é homofóbico". Homofóbico, uma vírgula. Homofobia é uma doença classificada na psiquiatria como uma aversão ao homossexual, desejo de matá-lo, machucá-lo ou destruí-lo. Há uma diferença fenomenal entre criticar conduta e discriminar pessoas. Criticar conduta é uma coisa; discriminar pessoas é outra. Criticar conduta homossexual é direito garantido na Constituição. Então vão ter que rasgar a constituição... porque criticá-los - não pode!

E não é só eles não. Você pode criticar a minha crença? pode! Você pode discriminar minha teologia? pode! Você pode ir para Televisão para o Rádio, para a imprensa, para a Internet e dizer eu não aceito a crença evangélica, eu sou contra. Você é livre, é o seu pensamento.

Você pode criticar a Igreja Católica? pode. A teologia católica? pode! Espírita? pode! Partidos políticos? pode! Os políticos, o Presidente da República, Pastores, Padre, diabo, Deus? pode! Mas homossexuais não pode! Que história é esta?

Querem rasgar a Constituição? Querem acabar com o Estado democrático de Direito. Que conversa é essa que qualquer critíca a homossexuais virou homofobia?

Se eu vir alguém bater, machucar um homossexual, eu vou ser a favor do homossexual, pode me arrolar como testemunha. Agora soco em homossexual dói, e soco em heterossexual dói da mesma forma. Já existe lei para punir esses crimes. Eles querem se escorar no racismo para colocar alguma coisa para se proteger e botar uma mordaça na socieade.

Por que eu estou falando isso. Eu vou falar e vou provar mais uma vez. Os grupos mais antidemocráticas da pós-modernidade são os de defesa dos homossexuais."

Veja todo assunto no Youtube: Silas Malafaia X Centenário e PL 122



Última quarta-feira do mês de Junho. 03:00 da tarde


Protesto em Brasília contra o projeto de Lei 122/2006.


Nota: sobre a comemoração do centenário da Assembléia de Deus no Brasil, já deixei opinião escrita há

mais de um ano: Igreja Assembleia de Deus vai comemorar 200 anos





quarta-feira, abril 27, 2011

O verdadeiro amor nos torna livres

Imagine um pai que deseja, mais do que qualquer outra coisa, ter um bom relacionamento com seu filho, apenas ser ouvido por ele. Todos os dias, esse mesmo pai tenta estabelecer um diálogo com seu filho. O pai então lhe dá uma casa, com um ótimo jardim e uma vista maravilhosa. Você sabe como um bom terreno custa caro hoje em dia. Mas o pai não se importa com isso. Ele quer apenas agradar seu filho, pois o ama mais do que tudo. Dá ao filho o poder de administração sobre todos os seus bens. Dá-lhe até uma linda esposa. O filho, entretanto, despreza os conselhos de seu pai e acaba perdendo tudo que, de graça, recebeu. Uma atitude impensada coloca tudo a perder. O filho então foge e se esconde, porque tem medo, porque tem vergonha.

Você conhece essa história?

Quando Deus criou Adão, ele não o criou com algum tipo de programação robótica. Adão não foi “programado” para obedecer. O ser humano não foi criado para obedecer a Deus. Deus criou o homem para que fosse simplesmente seu filho. Deus jamais quis escravos. Pelo contrario, ele sempre desejou ter uma relação fraternal com sua maior criação, porque Deus ama o homem.

O medo e a vergonha, fruto da má utilização da liberdade que Deus concedera ao homem, são os responsáveis pela quebra dessa relação tão sonhada pelo Criador.

Uma das expressões do amor de Deus é a liberdade concedida ao homem. Liberdade para fazer o bem ou para fazer o mal.

E qual a razão para Deus ter colocado no Jardim do Éden uma árvore de ciência do bem e do mal? Não seria mais fácil ele apenas não colocar essa árvore? Porque Deus colocou a possibilidade do mal?

Justamente para que o homem não fosse escravo do bem. Sem liberdade de escolha, seríamos semelhantes a um animal dominado pelo instinto para a prática de um determinado tipo de vida. Seríamos incapazes de tomar decisões, de fazer nossas próprias escolhas.

O amor de Deus nos torna livres.

Jesus disse: “Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5.44)

O amor não é apenas uma questão de sentimento. É uma preocupação real pelo bem estar do próximo. Essa preocupação, ou desejo positivo, se estende de modo igual tanto para amigos quanto para inimigos.

O termo “inimigo”, usado por Jesus, não se refere exclusivamente às pessoas que nos fazem mal. Não é um conceito que deve ser interpretado de modo conveniente para cada pessoa. Se trata, na verdade, de um entendimento inverso do que estamos acostumados a considerar. “Inimigo” se refere às pessoas que eventualmente possamos não gostar ou simplesmente não temos uma afinidade natural. O mandamento de Cristo significa muito mais do que somente mudar nossos sentimentos em relação às pessoas que não nos relacionamos bem.

Como o amor funciona muito mais como um processo que se expande de dentro para fora do que algo que adquirimos exteriormente, nossas atitudes devem, necessariamente, refletir nossa real intenção. As palavras de Jesus não dão espaço para especulações. Elas ordenam que devemos amar aqueles que nos perseguem ou desprezam, do mesmo modo que amamos pessoas que nos apóiam e nos amam. Esse amor só é possível mediante o poder de Cristo, que nos amou exatamente dessa maneira.

Jesus disse: “Amai a vossos inimigos e fazei bem, e emprestai, sem nada esperar, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus. Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso” (Lucas 6.35,36)

Jesus nos convida a amar como ele amou. Devemos compartilhar esse mesmo amor com pessoas que, aparentemente, não tem qualquer habilidade para retribuir o favor. Não devemos esperar algo em troca de boas atitudes.

Essa prática só se torna possível através de uma transformação sobrenatural que gera em nós uma ordem de resposta diferente daquela comum à natureza humana. O amor excelente deve ser tão dramaticamente contrário à falsa idéia de amor apregoada pelo mundo a ponto de separar o servo de Deus do mundo. Esse amor deve transcender as respostas humanas que esperam uma recompensa terrena pela generosidade praticada.

Jesus disse: “O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos” (João 15.12,13).

Pense nisso: a perfeição do amor de Deus refletida em nós pode ganhar uma atenta audiência em prol do Reino Celestial.

Que esse amor excelente possa frutificar em sua vida a cada dia.


Renato Collyer
(artigo publicado pelo portal gospel ICRVB.com em 12.04.2011)