domingo, outubro 18, 2009

São Paulo era Corintiano

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João Cruzué

São Paulo
foi o apóstolo mais atuante da Bíblia. Sua história é cheia de surpresas e muitos eruditos afirmam que se não fora ele, o cristianismo não teria chegado até os nossos dias. Quero dedicar este publicação aos milhares de torcedores corintianos, a maioria, por certo, ainda não conhecedora deste grande homem que mudou a história do seu e do nosso tempo. Vou usar de algumas analogias para alinhavar texto. No final vou deixar o meu convite.

Ele nasceu em lar "palmeirense", pois dizem que seu pai era cidadão romano. Roma era e é a Capital da Itália, berço Palestrino. Mas, depois de ter caído do cavalo e conhecido o Rei dos reis e o Senhor dos Senhores, deixou de ser perseguidor dos crentes. Tornou-se um deles, e sozinho fez mais pelo cristianismo ao longo de dois mil anos do que todos os jogadores do Coríntians de todos os tempos.

Então Paulo começou a viajar pela Ásia para levar as palavras do Evangelho. De todas as cartas que escreveu, nenhuma foi tão áspera e ao mesmo tempo amorosa quanto as que ele escreveu para os crentes da Cidade de Corinto. São Paulo tinha um coração corinthiano. A prova está aí embaixo:

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"Porque, no meio de muitos sofrimentos e angústias de coração,
vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis entristecidos,
mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida.
Paulo em II Coríntios 2:4

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Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol
da vossa alma. Se mais vos amo, serei menos amado?
II Coríntios 12:15
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São Paulo não era um torcedor de futebol na acepção literal da palavra. Ele não era um mero expectador de um jogo. Ele sofreu, foi apedrejado, surrado várias vezes, caçado como um animal mas nunca desistiu de pregar o Evangelho. Era apenas um homem, mas quando chegava em uma cidade suas palavras provocavam profundas reações nos homens.

Nietzsche chegou a dizer que a Igreja Cristã chegou até nossos dias, por causa de Paulo. Ele não corria atrás da bola. Não era apenas um torcedor, era um formador de times. Por onde passou deixou uma Igreja em cada lugar. Ele tinha mais raça que qualquer jogador que já passou pelo coringão. A julgar pelos cuidados, de todas as Igrejas que iniciou e cuidou, nenhuma recebeu tantos cuidados como a Igreja em Corinto. Foram duas cartas totalizando 29 capítulos escritos com muito zelo.


Preso, Paulo foi deportado para Roma onde morreu decapitado sobe as ordens de Nero. Não antes de ter pregado o Evangelho por alguns anos em terras "palmeirenses", chegando a ver salvação de Deus até entre as pessoas que viviam na corte romana.

Desde que São Paulo conheceu o Senhor Jesus Cristo, o Rei dos reis, o Mestre dos mestres, o Senhor dos senhores, embora tivesse apanhado e sofrido tanto, ele nunca foi uma pessoa triste, amargurada e derrotada. O que levava Paulo a continuar pregando o Evangelho, mesmo debaixo de açoites e pedras era a presença de Deus em sua vida. E quem tem a presença de Deus, tem a mais profunda paz e longe de ser triste é a pessoa mais alegre desse mundo.

Paulo não pertencia ao mundo do futebol. Seus olhos não seguiam a bola, nem aplaudia as façanhas de 11 jogadores. Paulo gastou os dias sua vida pelo Evangelho. Já se passaram mais de 2.000 anos, e ele ainda não foi nem será esquecido. Paulo tinha um coração corintiano, mas dentro dele não havia uma bola. Havia a presença de Deus.

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"Jesus respondeu e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha" palavra,
e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada
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João 14:23
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Um comentário:

Luiz Clédio Monteiro disse...

Muito bom. Gostei.
Os corintianos vão adorá